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Cloud server: quando ele sai melhor e mais barato que um servidor no escritório
Compare o custo real de um servidor físico na empresa com um servidor VPS gerenciado na nuvem: compra, energia, manutenção, backup e o custo de ficar parado. E quando nem é preciso ter um servidor.
Muita empresa ainda tem um servidor no escritório: uma máquina num canto, rodando o ERP, a pasta de arquivos e às vezes o e-mail. Ela funciona, até o dia em que a energia cai, o disco falha ou um vírus criptografa tudo. Neste artigo eu comparo, de forma prática, esse servidor físico com um cloud server (servidor VPS na nuvem) e mostro em quais casos a nuvem sai melhor e mais barata, e em quais não.
O que é um cloud server
Um cloud server, também chamado de servidor em nuvem ou servidor VPS (servidor virtual privado), é um servidor só da sua empresa que roda num datacenter. Você escolhe processador (vCPU), memória e disco, usa Windows Server ou Linux e acessa como se fosse uma máquina sua, mas sem o equipamento no escritório.
O custo que não aparece na nota fiscal do servidor físico
Quando se compara servidor físico com nuvem, é comum olhar só o preço da máquina. O custo real inclui:
- Compra e troca: o equipamento precisa ser substituído a cada 4 ou 5 anos, e discos e fontes falham antes disso.
- Energia e nobreak: o servidor fica ligado 24 horas, e o nobreak precisa de baterias novas de tempos em tempos.
- Backup: HD externo, fitas ou um segundo equipamento, mais alguém para conferir se a cópia está funcionando.
- Manutenção: visitas técnicas, atualizações e o tempo de alguém da equipe cuidando disso.
- Licenças: sistema operacional e, em alguns casos, licenças de acesso.
- O dia parado: quanto a empresa perde se o ERP ficar fora do ar por um dia inteiro? Normalmente esse é o maior custo de todos.
Onde a nuvem costuma sair melhor
- Sem investimento inicial: você paga uma mensalidade em vez de comprar o equipamento.
- Backup fora da empresa: se houver incêndio, roubo ou pane no escritório, a cópia está em outro lugar. Nos Servidores em Nuvem da Digilink, o backup FULL diário com 7 dias de retenção já vem incluído.
- Proteção na entrada: firewall configurado (na Digilink, o CloudFirewall) em vez de uma porta aberta no roteador do escritório.
- Energia e internet de datacenter: redundância que um escritório raramente tem.
- Crescimento sem trocar de máquina: mais memória, processador ou disco quando a empresa cresce, pagando a diferença.
- Acesso de qualquer lugar: filiais, home office e representantes acessam o mesmo sistema.
Quando o servidor no escritório ainda pode fazer sentido
Nem sempre a nuvem é a melhor escolha, e é importante dizer isso:
- A internet do escritório é instável e não há como contratar um link melhor: tudo depende dela para acessar o servidor na nuvem.
- Há equipamentos locais que exigem um servidor no mesmo prédio, como algumas máquinas industriais.
- O sistema não é homologado para rodar em ambiente virtual. Vale sempre perguntar ao fornecedor do software.
Se o servidor vai continuar no escritório, ao menos garanta uma cópia fora dele: o DigiBackup copia automaticamente as pastas escolhidas do servidor Windows e dos computadores para o datacenter da Digilink no Brasil, e pode fazer também a cópia completa do Windows.
Precisa mesmo de um servidor?
Em muitos escritórios, o "servidor" serve só para guardar a pasta compartilhada da equipe. Nesse caso, talvez você nem precise de um servidor: o DigiCloud coloca a pasta da empresa no computador de cada um, sincronizada, com permissões por setor, versões, lixeira e backup diário, sem equipamento e sem VPN. Já o ERP e outros sistemas com banco de dados precisam de um servidor de verdade, e é aí que entra o servidor em nuvem.
Como fazer a conta para a sua empresa
- Some o custo anual do servidor atual: depreciação do equipamento, energia, backup, manutenção e licenças.
- Estime quantas horas por ano o sistema ficou parado e quanto isso custou.
- Compare com a mensalidade de um servidor em nuvem do mesmo tamanho, já com backup e firewall incluídos. Se o seu sistema usa Windows Server, inclua a licença, que é cotada à parte.
Em muitas pequenas e médias empresas, essa conta empata ou fica a favor da nuvem já no primeiro ano, porque elimina a compra do equipamento e o backup separado. E a diferença costuma crescer quando se coloca na conta o custo de um dia parado.
Por que um servidor gerenciado
Um VPS comum entrega a máquina e deixa o resto com você. No Servidor em Nuvem da Digilink, o servidor é um VPS gerenciado em datacenters no Brasil: CloudFirewall, backup FULL diário, disco NVMe, monitoramento e um especialista que conhece o seu ambiente, direto no WhatsApp, com atendimento de emergência 24 horas, 7 dias por semana, em caso de servidor fora do ar. Veja também o que muda entre VPS gerenciado e autogerenciado e como escolher o servidor para o seu ERP.
Fundador e responsável técnico da Digilink. Cuida de servidores, redes e sistemas de empresas há mais de 15 anos. Fundou a Digilink para simplificar a TI das empresas, reduzir custos e aumentar a qualidade dos serviços.
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